
Nada que passa pelas minhas mãos,
Nada que passa pelo meu coração,
Tudo Que É Meu,
Tudo Que É Seu.
No meio de infindáveis teias de desilusão,
Encontra-se uma luz de persistência intrínseca à emoção.
Em meio a Guerra está à paz,
Em meio à escuridão está à luz,
Em meio à vida, a algo que jaz,
Em meio a sede, ao líquido que seduz.
Tudo é tão contraditório,
E no fim,
Nada que é meu é seu,
Nada que é seu é meu.
Não existe meu.
Não existe seu.
Só existe Você e Eu.
E nada mais.
No final das contas,
Somos apenas um,
Em uma mesma existência.
Relembrado as coisas tontas,
De lugar nenhum,
Em uma louca persistência.
Assim somos.
Enquanto existirmos vai...
E quando de uma vez formos.
Essa poesia num sorriso encolhido sai...
E eterniza-se no sentimento de alguém que ler.
Nada que passa pelo meu coração,
Tudo Que É Meu,
Tudo Que É Seu.
No meio de infindáveis teias de desilusão,
Encontra-se uma luz de persistência intrínseca à emoção.
Em meio a Guerra está à paz,
Em meio à escuridão está à luz,
Em meio à vida, a algo que jaz,
Em meio a sede, ao líquido que seduz.
Tudo é tão contraditório,
E no fim,
Nada que é meu é seu,
Nada que é seu é meu.
Não existe meu.
Não existe seu.
Só existe Você e Eu.
E nada mais.
No final das contas,
Somos apenas um,
Em uma mesma existência.
Relembrado as coisas tontas,
De lugar nenhum,
Em uma louca persistência.
Assim somos.
Enquanto existirmos vai...
E quando de uma vez formos.
Essa poesia num sorriso encolhido sai...
E eterniza-se no sentimento de alguém que ler.